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Como reduzir custos do condomínio de forma efetiva?

7 minutos para ler

Entre todas as incumbências de uma administração condominial, lidar com as finanças dos moradores é um dos pontos mais delicados. E em meio a diversas tarefas, a mais complicada é aquela de otimizar e, quando possível, reduzir os custos do condomínio de maneira efetiva.

Cuidado, planejamento e muita transparência são ingredientes necessários para que não surjam problemas futuros e, mesmo assim, os custos do condomínio sejam justos, efetivos e otimizados.

Na sequência, vamos falar sobre como funciona e quais são os fatores considerados na formação do preço final do condomínio. Daremos também algumas dicas bem práticas que podem ser usadas para reduzir o valor final, sem causar nenhum prejuízo aos moradores. Aproveite a leitura!

Quais os principais custos do condomínio?

Primeiro, vale ressaltar que um grande desafio de qualquer administração é o de gerenciar todos os inúmeros gastos de um condomínio.

Eles são inúmeros, e muitas das vezes são custos complexos. Logo, é importante que o síndico seja uma pessoa atenta e com uma boa visão de gestão para evitar que os custos se multipliquem.

Entre os gastos fixos, podemos enumerar a folha de pagamento dos funcionários, as contas de água e de energia elétrica, além da manutenção das áreas de lazer. Quando é o caso, somam-se o pagamento de serviço de uma administradora e os dispêndios com um escritório de contabilidade.

Além disso, existem ainda os gastos variáveis, que não são tão simples de serem previstos e podem variar bastante de um mês a outro. Por exemplo, os danos à infraestrutura do condomínio, consertos diversos, a manutenção de elevadores, segurança e mais.

Como é possível imaginar, é fácil que as despesas extrapolem o caixa do condomínio, caso a gestão não seja cumprida de forma atenta e meticulosa.

Porque é importante adotar medidas que reduzam os custos do condomínio?

Reduzir custos é muito importante, principalmente em momentos de crise e incerteza econômica como os atuais (em meio à pandemia de Covid-19), quando os altos índices de desemprego, produtos e serviços se mostram cada vez mais onerosos.

Então, é comum que, inclusive, haja pressão por parte dos condôminos sobre o síndico do prédio para reduzir os gastos.

Quanto maior for o condomínio ou prédio, com mais áreas de lazer, maiores serão, obviamente, os custos e despesas. Gastos em excesso e desnecessários são fatores que aumentam a inadimplência dos moradores com taxas do condomínio.

Portanto, reduzir gastos com luzes acesas sem necessidade, vazamentos de água, funcionários em excesso e mesmo com a manutenção de áreas comuns de lazer são formas simples e práticas que podem ser práticas e beneficiar a todos.

Quais medidas podem ser adotadas para reduzir os custos do condomínio?

Sabendo como funcionam e quais são os principais gastos que compõem os custos e taxas condominiais, além de ter consciência da importância de medidas de otimização. Assim, fica o questionamento: é possível, então, reduzir esses gastos?

A seguir, vamos mostrar que sim, é possível. Reunimos os pontos que merecem atenção do síndico, observando bons gargalos para aumentar a economia e reduzir as taxas do condomínio.

1 – Adote uma gestão eficiente

Sabemos que o condomínio pode ser administrado por uma empresa administradora ou por um síndico. De toda forma, é necessário que, em qualquer uma dessas opções, a gestão seja profissional e focada em ser eficiente.

É conveniente que ela invista em uma gestão eficaz de pessoal, planejando de forma eficiente a escala e almejando a redução de custos com recursos humanos.

A gestão de recursos humanos é um ponto crucial, uma vez que é corriqueiro que em condomínios o quadro de colaboradores seja maior que o necessário. Deve-se ter uma gestão muito atenta a esse aspecto.

Uma dica interessante é buscar por um suporte jurídico para lidar com a revisão de contratos de prestação de serviços e com todas as representações em processos judiciais que se mostrem necessárias.

2 – Busque formas de economizar água

Além ser extremamente necessário na atualidade, uma gestão que vise o incentivo do uso consciente de água é uma medida simples e que auxilia muito na economia de gastos. É possível, inclusive, pensar em formas de reutilizar água — coletando, tratando e utilizando a água das chuvas, por exemplo.

Caso a estrutura do condomínio seja mais antiga, é possível instalar hidrômetros individuais para ajudar no controle dos gastos de cada condômino. Essa pode parecer uma medida muito simples, mas só com a sua adoção é possível economizar cerca de 20% de água.

Existem diversas outras ações diárias e simples que podem ser adotadas e que ajudam muito a economizar água. Além do monitoramento do consumo de água, podemos citar a revisão da necessidade de lavar constantemente alguns locais de uso comum.

3 – Invista na manutenção preventiva

Uma das formas mais eficientes de prevenir e reduzir significativamente os custos com consertos e reparos é criando o hábito de fazer inspeções e manutenções preventivas nos equipamentos e materiais do condomínio.

Com pequenos reparos preventivos e manutenções rotineiras é possível reduzir danos e problemas mais graves, que acabam gerando despesas maiores e fora do planejamento.

Com isso, não só o condomínio ganha na segurança e na garantia de ter equipamentos e materiais sempre funcionando, como também o orçamento mensal não extrapola o planejado.

4 – Evite inadimplência

Talvez o maior problema de gestão condominial seja a inadimplência. Isso porque ela pode afetar diretamente os custos do condomínio e o orçamento previsto.

É essencial que o síndico esteja sempre atento e trabalhe ativamente para prevenir e amenizar essas ocorrências. Tudo para evitar que se torne um problema de maior dimensão, afetando todo o gerenciamento financeiro do condomínio.

5 – Reduza o consumo de energia elétrica

A energia elétrica é mais um contratempo relacionado ao aumento dos custos do condomínio. Os desperdícios de uso e a falta de controle de luzes acesas são muitos comuns.

Sempre que for possível, adote lâmpadas de LED, que são mais econômicas, além de usar sensores de presença em lugares de uso coletivo dentro do condomínio. Além disso, é possível ajustar os elevadores para que funcionem de maneira inteligente.

Em princípio, a implementação dessas medidas para a redução dos gastos com energia parece dispendiosa, mas a economia a longo prazo compensa enormemente.

6 – Adote novas tecnologias

Há soluções tecnológicas extremamente úteis para a resolução de problemas em diversas áreas. E na gestão de condomínios, por certo, não é diferente!

O controle de acesso e a portaria remota são exemplos de recursos tecnológicos que podem fazer toda a diferença na hora de gerir de forma eficiente os gastos e recursos do condomínio.

Além dessa solução existem diversas outras que podem ser adotadas, visando a automação e, por consequência, a economia de gastos. Principalmente com recursos humanos.

Existem soluções tecnológicas, também, que podem ser adotadas para aumentar a eficiência e a assertividade da administração financeira do condomínio.

Apesar de a melhor gestão de custos do condomínio não ser uma tarefa fácil, com simples passos é possível torná-la mais eficiente e vantajosa — tanto para os síndicos quanto para os condôminos.

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