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Inadimplência de condomínio na pandemia: como lidar com essa realidade?

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Mesmo antes do advento da Covid-19 o problema com a inadimplência sempre esteve na ordem do dia das administrações de condomínio no Brasil. A partir da pandemia e com o agravamento da crise econômica nacional, aumentaram as ocorrências de falta de pagamento. Diante dessa situação, síndicos e gestores se viram em dificuldade de manter o caixa em dia.

É possível, no entanto, enfrentar essa realidade tão desafiadora da explosão da inadimplência de condomínio na pandemia. Além de seguir as regras da convenção condominial e as determinações legais, o síndico deve ter a capacidade de ouvir os problemas dos condôminos e de negociar. Por outro lado, os inadimplentes atualmente têm a possibilidade de parcelar as cotas por meio de negociações diretas ou através de aplicativos, como o PicPay.

Neste artigo vamos explicar como síndicos, gestores e condôminos podem lidar com esse desafio da inadimplência. Confira!

De que forma os condomínios podem combater a inadimplência na pandemia?

Para enfrentar o aumento da inadimplência de condomínio na pandemia, os administradores e os síndicos devem estar preparados. Jogo de cintura e organização são fundamentais para evitar o agravamento dessa situação. Em primeiro lugar, o síndico deve acompanhar todas as semanas a situação financeira condominial, e não apenas uma vez por mês.

Todas as contas devem ser verificadas, inclusive a folha de pagamento dos funcionários e outros gastos, assim como o pagamento das cotas. Conscientizar os moradores sobre a importância de pagar o condomínio em dia faz parte da solução. Campanhas nesse sentido podem ser realizadas por meio de cartazes fixados nas áreas comuns e também em comunicados no grupo condominial no WhatsApp, por exemplo.

O fato de as contas serem fundamentais para a saúde financeira da administração deve ser lembrado. Por isso, é importante manter uma comunicação cordial e clara com os condôminos sobre o assunto.

Como os administradores e os síndicos devem agir caso a inadimplência de condomínio na pandemia persista?

É um dever do síndico e dos gestores condominiais cumprir e fazer cumprir a Convenção Condominial, nos termos do Art. 1.348 do Código Civil. Tanto o síndico quanto os administradores podem ser responsabilizados por omissão diante da inadimplência dos condôminos.

Medidas individuais e diretas podem ser tomadas caso ocorra inadimplência recorrente e prolongada. Porém, as regras e os procedimentos a serem tomados nesses casos devem constar da convenção do condomínio. Por isso, o documento deve ser consultado antes das providências a serem tomadas.

No entanto, a pandemia é um problema grave que atingiu praticamente todos os setores econômicos. Milhões de pessoas perderam seus empregos. Por isso, o síndico deve, antes de emitir notificações, ter uma conversa franca com o condômino inadimplente para facilitar a negociação. Em alguns casos, a isenção de multas e juros pode ser aplicada para facilitar o pagamento das cotas atrasadas.

O que fazer caso a convenção do condomínio não traga regras claras para enfrentar uma grave inadimplência?

É possível que a convenção do seu condomínio não institua regras claras em caso de inadimplência. Também pode acontecer que a convenção determine procedimentos suaves demais diante de um momento grave de falta de pagamento.

Nesse caso, existe uma saída: a convocação de uma assembleia geral sobre o assunto. Durante a reunião, novas regras podem ser estabelecidas, como a definição de um limite de atrasos antes do envio de notificação.

O prazo para intimidação judicial aos moradores também pode ser redefinida na assembleia. A inadimplência de condomínio na pandemia deve ser levada em consideração de maneira específica, com regras que podem ser temporárias.

Quais medidas financeiras a administração pode tomar momentaneamente diante do aumento da inadimplência?

Algumas medidas podem ser tomadas por gestores e síndicos a fim de enfrentar de maneira imediata a inadimplência de condomínio na pandemia, mantendo a saúde financeira.

Uma dessas medidas é a análise de todas as obras e investimentos não essenciais que estejam sendo feitos no momento. A manutenção de serviços essenciais, como elevadores e segurança, assim como o pagamento de funcionários, devem ser priorizados.

O que o condômino inadimplente deve fazer caso não consiga manter em dia o pagamento das cotas?

Estar inadimplente é uma situação desagradável e infelizmente, involuntária. A pandemia tirou o emprego e reduziu a renda de milhões de pessoas. Os condôminos com dificuldades na vida financeira devem manter a calma antes de tudo e tentar organizar as contas. É preciso estar consciente de que, além do valor das cotas, é preciso pagar os juros e as multas. Portanto, quanto maior a dívida, pior a situação.

O inadimplente está sujeito a cobranças judiciais, que são mais rígidas. A justiça pode determinar a penhora da conta bancária e até a perda do imóvel. Por isso, o primeiro passo é procurar a administração ou o síndico para uma negociação amigável do pagamento dos valores atrasados. Verificar se existe a possibilidade de parcelamento e de eliminar multas e juros é uma boa opção.

O condomínio inadimplente pode parcelar as cotas de condomínio por meio de cartão de crédito?

Existem soluções financeiras que permitem o parcelamento por meio de cartões de crédito, como o PicPay e o Parcelinha Digital. No caso do PicPay, o condomínio se cadastra no aplicativo, registra o código de barras do boleto e escolhe a opção de pagamento por cartão de crédito. Em seguida, é só escolher a quantidade de parcelas.

Já no Parcelinha, o usuário entra no site, faz uma simulação com o valor do boleto e recebe propostas de parcelamento. Em seguida, o condômino escolhe a quantidade de parcelas, preenche os dados da cobrança e aguarda a aprovação do Parcelinha. Além de ajudar a evitar a inadimplência de condomínio na pandemia por meio do parcelamento, o PicPay e Panelinha Digital também permitem parcelar o valor do aluguel.

O aumento da inadimplência de condomínio na pandemia é uma realidade que exige tomadas de decisões e estratégias por parte de síndicos e administradores. O caixa deve ser mantido para pagar as despesas essenciais, como a folha de pagamento e manutenção de serviços. Tanto inadimplentes quanto gestores devem manter a capacidade de negociação, o respeito às regras e o diálogo.

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